A Sociedade do Espetáculo
Em 1967, quando Guy Debord publicou A Sociedade do Espetáculo, a televisão ainda engatinhava em sua mediação global e os computadores ocupavam salas inteiras. Ainda assim, o pensador situacionista antecipou a mutação metafísica mais profunda do capitalismo tardio: a transformação do ser em ter, e deste em apenas parecer.



