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Desejamos o que é bom ou chamamos de bom aquilo que desejamos?
“Não desejamos uma coisa porque a julgamos boa; julgamo-la boa porque a desejamos.”— Baruch Espinosa A frase de Baruch Espinosa inverte a ordem de duas ideias e provoca uma mudança considerável na maneira como pensamos nossas escolhas. Gostamos de imaginar que observamos o mundo, avaliamos aquilo que encontramos, reconhecemos o que é bom e, somente então, passamos a desejá-lo. Primeiro viria o julgamento e depois o desejo. Espinosa desconfia dessa sequência.
6 de out.4 min de leitura
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